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Enquete

“Letra de médico”: internautas afirmam tirar dúvidas quando não entendem receita


Em meio a rabiscos e palavras pouco compreensíveis, muitos médicos e profissionais da saúde, ao fazer uso de receituários, costumam prescrever medicamentos e dosagens. Porém, ao agirem dessa forma estão descumprindo uma legislação que começou em 1932, com Getúlio Vargas. À época, o decreto  obrigava os médicos a “escreverem as receitas por extenso, legivelmente, em vernáculo, nelas indicando o uso interno ou externo dos medicamentos, o nome e a residência do doente, bem como a própria residência ou consultório”.

Além disso, a lei federal 5.991/1973, no seu artigo 35, diz claramente que a receita médica ou odontologica só pode ser aviada se for escrita a tinta com letra legível. E mais: normas já previstas pelo Conselho Federal de Medicina, por meio do artigo 39 da Resolução nº 1246/1988, determinam que é vedado ao médico receitar ou atestar de forma secreta, ou ilegível, receitas inelegíveis.

Ainda assim, o problema é uma realidade corrente no dia-a-dia de ambulatórios, clínicas, hospitais, sejam eles do serviço público ou privado. Diante desta realidade, lançamos nossa última enquete com o seguinte questionamento: “No Brasil, poucos médicos cumprem a lei entregando aos pacientes receitas legíveis e com informações completas. Como você costuma agir frente a esse grave problema?”

40,5% dos participantes responderam que, quando não entendem o que os garranchos querem dizer, perguntam ao médico. Esta representa uma atitude correta, uma vez que previne a ingestão de medicamentos diferentes daquele que foi receitado ou equívocos com relação à dosagem indicada. Vale ressaltar que erros como esses podem trazer sérias complicações ao paciente.

Outros 21,6% afirmaram que sempre confirmam, na hora da consulta, tanto o medicamento quanto a sua administração. Estes, com certeza, terão uma maior segurança até mesmo ao apresentar a receita ao farmacêutico, que muitas vezes é visto como um “tradutor” da “letra de médico”. É o que comprova a opinião dos 16,2% dos internautas, que escolheram a opção “Fico em dúvida, mas espero solucionar com o farmacêutico”.

O fato é que, diante de rótulos mal elaborados, da similaridade de nomes e do volume de remédios existentes no mercado, os próprios farmacêuticos, apesar do amparo legal de recusar a receita em caso de incompreensão, podem se confundir e vender a medicação errada, gerando problemas de saúde no cliente. Problemas estes que 13,5% dos participantes da enquete declararam já ter passado. Fato que acarretou uma mudança de postura, um comportamento de maior atenção.

Aos 8,1% que declararam só entregar a receita ao farmacêutico, sem saber detalhes, vale ressaltar que a saúde merece atenção especial. Portanto, é aconselhável que toda pessoa saiba a que tipo de medicações e até procedimentos médicos seu organismo será submetido. Ficar em dúvida não é bom, nem para o médico, nem para o paciente, nem para o farmacêutico. Pergunte, questione, indague.


Dayanne Holanda
04.01.2008

No Brasil, poucos médicos cumprem a lei entregando aos pacientes receitas legíveis e com informações completas.Como você costuma agir frente a esse grave problema?  

Quando não entendo, pergunto ao médico.
40.5 %
Só entrego a receita ao farmacêutico, sem saber detalhes.
8.1 %
Fico em dúvida, mas espero solucionar com o farmacêutico.
16.2 %
Sempre confirmo na hora o medicamento e a administração.
21.6 %
Já tive problemas antes, agora tenho mais atenção.
13.5 %

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