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Enquete Medplan

Internautas acreditam na força dos protestos pelas redes sociais


2011 vai chegando ao fim e pode ficar marcado como um ano de protestos em Teresina.  Logo nos primeiros meses, um prenúncio do que estava por vir, com estudantes da Universidade Estadual do Piauí tomando as ruas em busca de melhores condições de ensino, através do movimento #SOSUespi.

Ainda no primeiro semestre, um grupo de pais de crianças diabéticas encabeçou o movimento #AssinaElmano, tentando convencer o prefeito da capital a sancionar uma lei que garantisse acesso a medicamentos gratuitos para controle da doença.

Talvez o maior protesto do ano, a manifestação #ContraOAumento parou o Centro de Teresina por quatro dias e conseguiu reduzir o preço da passagem de ônibus ao valor anteriormente cobrado de R$ 1,90. Já agora em outubro, a população mais uma vez saiu às ruas, desta vez para cobrar das autoridades uma resposta para o assassinato da jovem Fernanda Lages.

Reivindicações tão diferentes têm em comum o fato de que ganharam corpo através das redes sociais. Antes da manifestação chegar às ruas, estudantes e professores promoveram um twitaço com a hashtag #SOSUespi para chamar a atenção para os problemas da universidade, caminho idêntico ao seguido pelas manifestações de maior repercussão realizadas ao longo do ano.

No caso do movimento #ContraOAumento, Twitter e Facebook tiveram participação ainda mais central. Era através dessas redes sociais que os manifestantes discutiam as ações e definiam os novos pontos de protesto nas ruas do centro de Teresina, que mudavam constantemente ao longo do dia.

Diante do histórico de protestos do ano, e da participação da internet em sua formação, o Portal Medplan quis saber se nossos visitantes acreditam na força das redes sociais para impulsionar manifestações.  E parece que a maioria dos  internautas é simpática ao uso das ferramentas virtuais para esse fim.

Questionados sobre o tema, a maioria de 26% dos internautas respondeu que utiliza a internet e as redes sociais para protestar, mas acredita que só o protesto virtual não é suficiente. Na sequência, com 25% dos votos, ficou a opção daqueles que usam seus perfis para protestar e acreditam no poder dessas manifestações pela internet mesmo que elas não ganhem corpo no mundo real.

24% não usam os perfis pessoais para protestar, mas defendem a importância de usar a internet para esse fim. Curioso o fato de que 20% dos participantes ainda estão fora das redes sociais e utilizam a internet apenas para acessar sites de notícias e emails.

Confira o resultado:

Em 2011, protestos que começaram no Twitter e Facebook ganharam as ruas de Teresina. Foi o caso do SOS Uespi e do movimento contra o aumento das passagens de ônibus. Você usa a internet para protestar?   

Sim. Acredito no poder dos protestos pela internet: 25.8%

Sim. Mas acho que só o protesto virtual não é suficiente.: 26.8%

Não uso meus perfis para protestar, mas apóio a atitude de quem usa.: 24.7%

Não. Acho que protestos só têm resultado no mundo real: 2.1%

Só uso internet para acessar portais de notícias e email: 20.6%

C.P
24.11.2011
Em 2011, protestos que começaram no Twitter e Facebook ganharam as ruas de Teresina. Foi o caso do SOS Uespi e do movimento contra o aumento das passagens de ônibus. Você usa a internet para protestar?   

Sim. Acredito no poder dos protestos pela internet
25.8 %
Sim. Mas acho que só o protesto virtual não é suficiente.
26.8 %
Não uso meus perfis para protestar, mas apóio a atitude de quem usa.
24.7 %
Não. Acho que protestos só têm resultado no mundo real
2.1 %
Só uso internet para acessar portais de notícias e email
20.6 %

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