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Imprensa / Atualizações médicas
- Ressonância Magnética

Qual a importância da Ressonância Magnética para descobrir lesões na mama?

Nas últimas duas décadas, a ressonância magnética mamária teve excepcional aprimoramento técnico através da introdução de contrastes paramagnéticos, avanços nas bobinas de superfície, novos protocolos de realização de exames e aparelhos de alto campo.

Ressonância Magnética Mamária

Atualmente a mamografia é a principal modalidade de imagem para detecção de neoplasia maligna da mama. No entanto existem limitações deste método, principalmente em pacientes com mamas densas e em pacientes com mamas operadas, irradiadas, ou com inserção de implantes (ou próteses).

Nestas condições a ultra-sonografia e a ressonância magnética mamária constituem métodos complementares importantes.

Nas últimas duas décadas, a ressonância magnética mamária teve excepcional aprimoramento técnico através da introdução de contrastes paramagnéticos, avanços nas bobinas de superfície, novos protocolos de realização de exames e aparelhos de alto campo. Para o diagnóstico mamário é utilizada de duas formas: com e sem contraste.

Ressonância Magnética Mamária sem Contraste

Tem indicação específica, com elevada sensibilidade, para avaliação complementar de implantes mamários e suas complicações.

 O procedimento é explicado para a paciente, sendo a mesma informada de que não haverá necessidade de injeção de contraste. O exame é realizado em decúbito ventral, minimizando os artefatos de respiração, com melhor qualidade de imagem. O radiologista estabelecerá correlação com história clínica (questionário específico deve ser previamente preenchido), exames de imagem realizados, tipo de implante utilizado, implantes prévios e sintomatologia atual.

Os tipos de implantes mais freqüentemente utilizados são constituídos por bolsa ovalada com cápsula de silicone contendo silicone líquido (viscoso) no seu interior. Os implantes não são totalmente preenchidas por silicone formando superfície redundante com ondulações, que são identificadas no exame por ressonância como dobras radiais correspondendo a fenômenos normais de acomodação.

Habitualmente fina de cápsula de tecido fibroso com 1 a 2 mm de espessura envolve o implante; mínimo líquido reacional pode se alojar abaixo desta cápsula, sem maiores conseqüências.

Os implantes podem ser inseridas em topografia subglandular pré-peitoral ou retropeitoral.

As complicações mais freqüentes com o uso de implantes são: coleções líquidas inflamatórias ou pós-traumáticas, migração do implante, contratura capsular e rupturas intra ou extracapsulares.Podem estar associadas a fenômenos clínicos variáveis: dor, sensação de pêso mamário, infecção, assimetria e nódulos palpáveis.

Graças a sua capacidade tomográfica, com cortes em vários planos e a possibilidade de estudo do espaço retromamário, os implantes podem ser totalmente visualizados pela ressonância magnética, com fácil identificação de eventuais complicações.

Ressonância Magnética Mamária com Contraste

É utilizada de forma complementar na detecção, avaliação e estadiamento do carcinoma de mama.

Com o uso de contraste paramagnético, gadolíneo, que é praticamente desprovido de efeitos colaterais, associa-se a capacidade tomográfica da ressonância com a possibilidade de avaliação da vascularização tumoral, proporcionando assim alta sensibilidade para diagnóstico de câncer invasor, sendo esta uma de suas grandes vantagens, com percentual de até 100°á na detecção de tumores malignos.

No entanto a especificidade do método, varia de acordo com vários autores, de 40 a 70%.

Os aparelhos utilizados para este tipo de exame são de 1,5 Tesla (alto campo), bobinas especiais para estudo mamário são fundamentais e vão proporcionar alta resolução com detalhe espacial e capacidade de informação temporal para verificar a intensidade de captação do contraste nas lesões tumorais. De um modo geral, em serviços com boa experiência, o exame dura em torno de 15 minutos.

O estudo mamário é bilateral e são realizadas, após injeção do contraste, em torno de 5 seqüências de um minuto. São 144 cortes de 1mm para cada seqüência, a técnica utilizada é denominada de gradiente echo, com aquisição volumétrica, sem espaçamentos; a análise complementar é feita em monitores de alta resolução. O detalhe de imagem é muito elevado com precisa correlação anatômica e topográfica de lesão. A documentação é feita em filmes especiais, com reconstrução em vários planos e apresentação 3D.

A ressonância magnética mamária não detecta microcalcificações e não deve ser utilizada em pacientes jovens devido a suê moderada especificidade neste grupo etário.

A grande maioria dos tumores maligno da mama, apresenta rápida, precoce e heterogênea captação de contraste. Os tumores benignos costumam apresentar captação mais lenta e gradual do contraste. A computação avançada possibilita avaliação gráfica, com visualização do comportamento da lesão.

Na análise do exame de ressonância mamária com contraste, devemos levar em conta: história clínica, exames de imagem, fatores técnicos e padrão sistematizado de interpretação.

Este método proporciona informações adicionais nos seguintes casos: diferenciação de assimetrias, exclusão de malignidade em massas palpáveis, pesquisa de extensão tumoral e multifocalidade, lesões próximas a parede torácica em pacientes com implante de silicone, paciente com linfonodo axilar comprometido e suspeita de tumor mamário, mas com mamografia e ultra-sonografia mamária normais, alto risco familiar e rastreamento genético positivo, diferenciação entre cicatriz e recidiva tumoral e resolução de estudos mamográficos difíceis. A RM é também muito útil na pesquisa de carcinoma bilateral que pode não ser identificado por outros métodos.

Na atualidade, a RM com contraste não tem indicação para estudos de rastreamento e deve ser considerada como método complementar a mamografia e ultra-sonografia.

Fonte: Informativo Application, Ano5 - n°32 - Junho/Julho de 2006
Autor: Dr. José Michel Kalaf – Diretor - Radiologia Clínica de Campinas - Coordenador do Curso de Mama da Sociedade Paulista de Radiologia.


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