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Imprensa / Atualizações médicas
- Mielomeningocele

Ultrassonografia e imagem por ressonância magnética no diagnóstico pré-natal da Mielomeningocele. Qual o melhor método?

Ultrassonografia e imagem por ressonância magnética no diagnóstico pré-natal das anormalidades associadas à mielomeningocele.


A ultrassonografia(US) é o método de imagem primário para avaliação fetal (1), sendo seguro tanto para o feto co­mo para a mãe. Permite obter imagens em tempo real, sendo relativamente barato e facilmente disponível. Entretanto, a avaliação da US pode ser limitada nos casos em que existe oligodrâmnio, nas pacientes obesas, ou quando existirem anomalias fetais complexas, principalmente quando o exame é realizado no final da gestação. Essas limitações também estão relacionadas ao obscurecimento da anatomia fetal intra­craniana causada pelos artefatos de reverberação dos ossos do cal­vário, assim como pela baixa sensibilidade da US fetal para malfor­mação do desenvolvimento cortical cerebral e para as discretas lesões destrutivas do cérebro e do cerebelo (1).

 


A imagem por ressonância magnética (IRM) tem sido usada com sucesso para 

avaliação do feto. Quando a IRM fetal foi inicialmente descrita em 1983, o tempo prolongado para aquisição e os movimentos fetais degradavam a qualidade deste exame (2). Entretanto, com o advento de seqüências rápidas, houve uma melhora na resolução das imagens fetais da IRM, que podem, agora, ser realizadas em uma única inspiração-presa. Por esse motivo, atualmente, os movimentos fetais tornaram-se um fator menos limitante (2).

 

A IRM tem a vantagem de não sofrer das limitações da US, não sendo, portanto, prejudicada pela presença de osso, podendo ser, inclusive, facilitada por oligodrâmnio, que promovem diminuição do movimento fetal. Além disso, devido a melhor resolução espacial e de contraste, a IRM pode fornecer informação anatômica não previamente avaliada pelo US, identificar aqueles casos que poderiam se beneficiar da intervenção cirúrgica pré-natal, e melhorar o planejamento cirúrgico fetal.

 

A IRM é considerada segura para avaliação fetal após o primeiro trimestre, mas seu uso deve ser limitado aos casos nos quais anomalias complexas são suspeitas e quando os resultados do US são duvidosos e incompletos. Atualmente, a administração intra­venosa do contraste usado na IRM (gadolíneo) é contra-indicada na gravidez, porque ele atravessa a placenta e tem efeito incerto so­bre o feto.

 

O avanço da cirurgia uterina, particularmente das técnicas cirúrgicas de reparo da mielomeningocele, tem estimulado o desenvolvimento dos métodos de imagem de diagnóstico fetal (1).

 

O reparo de mielomeningocele
intrauterina, como uma alternativa da terapia pós-
natal conven
cional (Figura 1), tem mostrado resultados que indicam redução da dependência da derivação ventricular da hidrocefalia, bem como a herniação do rombencéfalo associado com malformação de Chiari tipo II, que geralmente acompanham essa doença (01)

 

No passado, o nível da mielo­meningocele no exame pré-natal era determinada com US transabdominal. Mais recentemente, a IRM pré-natal também tem sido usada como método adjunto, complementando o US na avaliação mielomeningocele (Figuras 2 e 3).

 

Com relação a identificação do nível da mieleomeningocele fetal os trabalhos 

têm demonstrado que existe pequena diferença entre a IRM e o US. Aaronson e colaboradores observaram que US e IRM pré-natal acertavam o nível da mielomeningocele em 80% das vezes. Contudo, em aproximadamente 20% dos casos, existe a possibilidade de erro do nível da mielomeningocele em mais de dois segmentos, na avaliação pré-natal realizada com esses dois métodos de imagem. 

Permanece a questão se a IRM é equivalente, superior ou complementar ao US para o diagnóstico pré-natal das anormalidades associadas à mielomeningocele. Os estudos têm demonstrado que a IRM é superior ao US na identificação das anomalias intracranianas (4,5) (figuras 4 e 5). Por esse motivo, pode fornecer informações prognosticas importantes aos pais que estão tentando decidir entre a correção intrauterina da mielomeningocele ou interromper a gravidez (3,4,5).

Finalmente, deve-se tomar muito cuidado quando os achados  

identificados no US ou na IRM pré-natal são usados para fornecer aconselhamento prognóstico aos pais dos fetos com mielomeningocele, uma vez que poderá haver erro na identificação do nível de mielomeningocele por ambos os métodos de imagem (3). Embora a IRM forneça valiosa informação sobre a avaliação fetal, ela ainda não substitui o US nos exames de rotina do feto e no diagnóstico das anomalias fetais. A IRM deve ser usada como um exame que complementa a US na identificação de anomalias intracranianas que podem estar associadas a mielomeningocele, melhorando a acurácia diagnóstica e a decisão terapêutica.

 

Autores: Maria de Fátima Vasco Aragão, Artur Henrique da Cunha e Suzana Bezerra Serra.

 

Referências Bibliográficas:

1. SIMON E, GOLDTEIN R, COAKLEY F, et al. Fast MR Imaging of Fetal CNS Anomalies in útero. AJNR Am Neuroradiol. 2000; 21:1688-1698

2. FRATES M, KUMAR A, BENSON C, et al. Fetal Anomalies: Comparison of MR Imaging and US for Diagnosis. Radiology, 2004; 232:398-404

3. AARONSON O, HERNANZ - SCULMAN M, BRUNER J, et al. Myelomeningocele: Prenatal Evaluation - Comparison between Translabdominal US and MR Imaging. Radiology, 2003: 227:839-843

4. LEVINE D, BARNES P, MADSEN J, et al. Central nervous system abnormalities assessed with prenatal magnetic resonance imaging. Obstetr Gynecol, 1999; 94:1011-1019

5. DINH D, WRIGHT R, HANINGAN WC, et al. Teh use of magnetic resonance imaging for the diagnosis of fetal intracranical anomalies. Childs Nerv Syst 1990; 6: 212-215

 

 

Fonte: Revista Interação Diagnóstica/ Application

 

Edição: Clarissa Poty


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