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Presidente da Agespisa faz balanço de sua gestão - Medplan

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Imprensa / Retrato 3x4 de uma pessoa 100x100
29 de Abril de 2009 - Entrevista

Presidente da Agespisa faz balanço de sua gestão

Após dois anos no cargo, o atual presidente apresenta um balanço de sua gestão. Os problemas do órgão ainda são muitos, mas nesta entrevista Merlong Solano aponta também alguns avanços e projetos para o futuro da empresa.

Merlong Solano assumiu a presidência da Agespisa em 2007
Merlong Solano assumiu a presidência da Agespisa em 2007

Administrar a empresa responsável pelo abastecimento de água de mais de 150 municípios do Piauí, promover uma reestruturação orçamentária deste órgão e reconquistar a confiança dos funcionários: Estes foram alguns dos desafios assumidos pelo economista Merlong Solano, quando aceitou ocupar a presidência da Agespisa ainda no início de 2007.

Depois da experiência à frente da Secretaria Estadual de Planejamento e Secretaria de Governo durante o primeiro mandato do governador Wellington Dias, Merlong foi escolhido para tentar solucionar o problema da Agespisa, que, em 2007, continuava afundada em dívidas e parecia até ameaçada de extinção.

Após dois anos no cargo, o atual presidente apresenta um balanço de sua gestão. Os problemas do órgão ainda são muitos, mas Merlong aponta também alguns avanços e projetos que, segundo ele, devem ampliar em muito os serviços de abastecimento d’água e rede de esgotos fornecidos pela empresa.

Confira a entrevista: 

Quais foram os principais desafios que o senhor encontrou ao assumir a presidência da Agespisa?

O primeiro desafio foi enfrentar a desmotivação do quadro de empregados da empresa, em razão de toda uma história de desconfiança entre empregados e gestores. No nosso caso, havia o temor em razão da lei que possibilitava a transmutação da Agespisa em uma autarquia.  No início da nossa gestão, os funcionários tiveram a impressão de que o governo pretendia desmontar a Agespisa e partir para outra alternativa de abastecimento. Outro problema era a questão financeira. Em 2003, nosso governo encontrou o quadro muito mais grave, com dívidas acumuladas ao longo de 30 anos. Mas, mesmo quando assumi, em 2007, ainda havia atraso de pagamento de empresas que tinham prestado serviços para a Agespisa.

Diante de tantos problemas, qual foi o enfoque que o senhor deu a sua gestão?

Nós procuramos mobilizar os empregados e ganhar a confiança deles.  Em primeiro lugar, fui procurar o sindicato que representa os empregados da empresa. Também fiz muitas visitas aos diversos setores da Agespisa, conversando, e fazendo a equipe enxergar que não havia intenção do governo Wellington Dias de levar adiante a autarquização e, muito menos, de extinguir a Agespisa. Isto nem seria possível. O saneamento básico é um serviço cada vez mais complexo e a maioria dos municípios do Piauí não teria capacidade técnica e financeira para gerir um sistema como este, em que um simples equipamento pode custar cerca de R$ 400 mil. Nosso governo compreende que é preciso ter uma empresa estadual dando este suporte aos municípios, algo eficiente, e é nisto que estamos trabalhando na Agespisa. 

E qual o caminho que o senhor considera melhor para solucionar o problema das dívidas da Agespisa?

Nossa estratégia parte do pressuposto de que é impossível pagar a dívida acumulada em 30 anos com um aumento da tarifa de água. Nossa dívida acumulada ultrapassa os R$ 600 milhões. Multiplicar a tarifa paga pelo consumidor para tentar solucionar esta questão financeira tornaria o nosso serviço inviável para grande parte do nosso público. Como uma pessoa que está pagando R$ 16 por 10 mil litros de água, de repente teria que pagar R$ 50? É uma coisa inimaginável.

Dentro desta grande dificuldade, qual foi a estratégia escolhida?

Por enquanto, sabemos que é impossível quitar toda esta dívida acumulada.  Mas temos a convicção de que é possível enfrentar as despesas obtidas em um ano, com a

Visitando obras da empresa

Visitando obras da empresa

arrecadação obtida em um ano também, desde que exista uma política de gestão comercial eficiente e uma política de utilização responsável e criativa dos recursos. Estamos atacando nessas duas frentes. Criamos uma Gerência de Gestão Comercial com este fim. Antes, a Agespisa nem se preocupava em cobrar contas, encontramos casos de pessoas com 100 meses de atraso. Agora, nós estamos fazendo essas cobranças. Por outro lado, o controle das despesas também está tendo bons resultados. Tudo isto permitiu uma melhora no nosso desempenho financeiro. Conseguimos atualizar os pagamentos de todas as empresas que prestam serviço e fornecem equipamentos para a Agespisa e retomar o pagamento da energia elétrica para a Cepisa. Hoje, só devemos ao governo federal e ao governo estadual. Quando atingirmos o equilíbrio financeiro queremos sentar e negociar com estes credores.

A Agespisa tem sofrido com alguns bloqueios judiciais de contas. Como o senhor enxerga estas ações?

Esta é uma questão relevante.  O passivo judicial da Agespisa é forte.  De um lado temos as ações trabalhistas, mas também temos que lidar com ações cíveis, movidas por empresas que prestaram algum serviço para a Agespisa no passado.  Nas ações trabalhistas, nós estamos sofrendo mais, isto porque a Agespisa contratava muita gente através da figura do serviço prestado e essas pessoas tem entrado na justiça cobrando tratamento de empregado. Temos cerca de R$7 milhões bloqueados ao longo de vários anos referentes só a ações trabalhistas. Nas ações cíveis é diferente, o valor de cada uma delas é muito mais alto. No ano passado houve a tentativa de bloquear sete milhões de reais só por parte da Servaz. Nós tivemos sucesso e conseguimos reverter este bloqueio na justiça. Mas existem várias ações semelhantes, temos uma em que o credor nos cobra R$ 30 milhões. São valores astronômicos que, caso a justiça conceda, podem representar a inviabilização da Agespisa, desestruturando todo este trabalho de organização financeira que está em andamento. Estas ações são muito controversas e nós estamos questionando todas na justiça e, o mais importante, estamos tendo abertura por parte do Poder Judiciário. A minha impressão é que o Poder Judiciário já percebeu que está em andamento um trabalho sistemático e responsável de recuperação da empresa.

Quais são as perspectivas da Agespisa para o futuro?

O governo federal e o governo do estado estão dando uma boa ênfase à questão do saneamento básico. O PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) destinou muitos recursos para o Piauí e estamos com disponibilidade para realizar obras importantes. Estamos construindo o sistema de esgotamento sanitário em Parnaíba. A capital do nosso turismo não tinha esgoto, mas acreditamos que vamos chegar em 2010 com quase 80% de cobertura neste município. Em Teresina estamos substituindo 176 km de redes de abastecimento antigas, de cimento amianto e ferro, pelo tubo PVC. É uma obra de R$ 19 milhões, e já implantamos cerca de 5km.  A obra vai ter importante impacto na diminuição de vazamentos. E nós também estamos fazendo esta substituição em outras cidades como Parnaíba e Floriano e estamos nos preparando para começar em Piripiri. As perspectivas da empresa no que diz respeito a ampliação do seu serviço são muito boas. Só para Teresina nós temos R$32 milhões para investir na expansão do sistema de água, vamos construir uma nova estação de tratamento na cidade, para atender a ampla região da Santa Maria da Codipi.

Clarissa Poty
29.04.2009


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