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Imprensa / Retrato 3x4 de uma pessoa 100x100
20 de Setembro de 2010 - Entrevista

Jesus Barbosa fala sobre a experiência de ser jornalista econômico no Piauí

A coluna Conjuntura, assinada por ele, é a primeira do gênero no estado e tem 20 anos de existência. Na entrevista ao Portal Medplan, Jesus Barbosa fala de sua trajetória e de suas impressões a respeito da economia contemporânea.


José de Jesus Barbosa tem 60 anos, e é o jornalista de economia que assina a coluna Conjuntura, do jornal Diário do Povo, precursora do colunismo econômico do no Piauí.

Começou a escrever no Diário em 1989, passando ainda pelos jornais O Dia e O Estado. A coluna Conjuntura é recordista de edições, totalizando mais de 10 mil nestes 20 anos de existência. Jesus Barbosa é bancário aposentado e administrador formado pela Universidade Federal do Piauí.

Em 30 anos que trabalhou no extinto Banco do Estado do Piauí (BEP), incorporado hoje ao Banco do Brasil, 20 deles foram na assessoria de comunicação e marketing, o que levou o jornalista a compartilhar seus conhecimentos com o público em geral, carente deste tipo de informações. Na entrevista ao Portal Medplan, Jesus Barbosa fala de sua trajetória e de suas impressões a respeito da economia contemporânea.

Até pouco tempo atrás, o conhecimento em economia ficava restrito somente a profissionais e pesquisadores da área. Como surgiu o interesse em levar isso para um jornal de grande circulação no Estado?

- Foi o fato da minha formação em Administração de Empresas e do meu envolvimento com o sistema financeiro. Na assessoria da presidência do BEP (Extinto Banco do Estado do Piauí), eu comecei a despertar uma tendência para o aprofundamento no assunto. Outro fator foi a ausência do envolvimento da nossa imprensa na temática. Eu sentia essa carência, pois não tinha ninguém pra informar nada daquele tempo sobre os planos econômicos, por exemplo. Você pode ver nas minhas colunas do início dos anos 90 que eu já dava dicas. “No dia que o Collor assumir vai haver um fenômeno, preparem-se”. E não deu outra, foi uma espécie de premonição que eu já tinha nessa época. Até a poupançazinha que eu tinha naquele tempo, eu tirei.
 
Durante toda a sua trajetória no jornalismo econômico ao longo desses anos, qual foi o maior impacto na economia nacional?

Foram dois momentos, com impactos diferentes. Primeiro, o governo Collor, que arrasou toda uma esperança de um país que trabalhava, mas não tinha cultura da poupança e fez com que nós, do banco, criássemos uma campanha massiva que captou 80 milhões de cruzeiros no período pré-Collor. Esta campanha fez com que o piauiense resgatasse essa capacidade de poupança. Com o plano Collor, o brasileiro se sentiu confiscado, roubado pelo governo. Este foi um impacto violento que muita gente sentiu. Pessoas se suicidaram. O segundo momento foi o plano real, que gerou um impacto positivo e regatou a capacidade monetária do país e sua auto-estima. A alma de um país é a sua moeda. Quando possui uma moeda forte, o país tem estabilidade econômica.

Ao que o senhor atribui a falta de interesse do piauiense em economia?

Você pode pegar o noticiário local, jornais, portais...80% do conteúdo fala sobre política. A sociedade ainda não despertou para o fato de que a coisa agora está balizada para o empreendedorismo. Mas o grande inibidor desse interesse ainda é a falta de infra-estrutura do estado para receber grandes investimentos.

Qual é o seu estímulo para manter uma coluna especializada em economia mesmo em um panorama econômico local aparentemente frágil?

Nós temos profissionais muito qualificados em economia no Piauí. Temos mestres e doutores. Mas eles são técnicos de mercado e o conhecimento fica polarizado entre eles. Na minha coluna eu troco esse conhecimento em miúdos e faço uma abordagem acessível ao cidadão, de modo que todo trabalhador se identifique com aquilo. Aqui no estado realmente existe essa carência e é gratificante poder colaborar prestando essas informações.

Há exatamente dois anos, o mundo atravessava uma crise econômica sem precedentes que ocorreu nos EUA e existe uma corrente que prega que uma nova crise pode ocorrer. Na sua opinião, essa possibilidade é real?

Até hoje, francamente falando, os EUA não conseguiram se recuperar completamente daquela crise. O desemprego americano continua na faixa de 15% a 20% da população. O sistema de poupança interna está tentando se reativar, por isso ainda existe um pouco de temor com relação a isso. Mas não no Brasil. Nossa economia está consolidada, nosso sistema financeiro é exemplar, graças à reestruturação feita na economia no governo Fernando Henrique que tornou nosso sistema financeiro imune a crises. Nós não devemos mais ao exterior, a captação de recurso externo é ínfima em relação ao fluxo de capital movimentado, que esse ano já está perto dos 2 trilhões de reais só em negócios. O medo que existe é com relação à crise européia. Países tradicionais como a Grécia, Portugal e até a Itália estão vivendo momentos de instabilidade ainda em função da crise americana. Aqueles bancos de paraísos fiscais
perderam perto de 10 trilhões de euros e eles precisam consolidar o seu sistema novamente.

Voltando para a esfera local, o que o senhor acha que falta no Piauí para que possa ser equiparado ao vizinho Ceará em termos de desenvolvimento?

Primeiramente o que falta é cultura, concepção, visão da coisa. Sou neto de cearense e sei que eles têm uma visão comercial muito forte. O cearense pega meio copo de água e diz que está cheio. Um piauiense diz que está quase seco. Falta otimismo. Vá nesses comércios cedo da manhã de sábado aqui em Teresina e em Fortaleza pra você ver a diferença. Lá está tudo aberto. Aqui as lojas estão começando a abrir. Falta senso de negócio, expertise. O que existe no Piauí é uma inibição no processo e até desinteresse em fazer a coisa acontecer. O maior exemplo é o nosso turismo. O aeroporto de São Raimundo Nonato nunca foi concluído e nosso litoral não tem estrutura pra receber muitas pessoas.

Amanda Neco
20/09/2010

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