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Ronald da Costa Araújo: Medicina e paixão pela natureza - Medplan

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Imprensa / Retrato 3x4 de uma pessoa 100x100
20 de Outubro de 2011 - Entrevista

Ronald da Costa Araújo: Medicina e paixão pela natureza

O médico é um colecionador de sementes e plantas. Nesta entrevista. Ele conta um pouco de sua vida e fala sobre o seu hobby.


Ronald da Costa Araújo é médico patologista. Mas entre uma análise e outra, ele vive uma grande paixão: cultivar e cuidar de plantas. O gosto pela natureza começou ainda na infância, vivida entre mangueiras, goiabeiras, pés de ata e outras árvores frutíferas que ficavam no quintal da casa da avó.

Filho do médico Lineu Araújo, que deu nome a um dos hospitais públicos da capital e ajudou a criar o Conselho Regional de Medicina do Piauí – CRM e a Associação Piauiense de Medicina, Ronald da Costa Araújo carrega a Medicina nos genes.

Nesta entrevista, ele conta um pouco de sua história de vida e fala sobre seu hobby de estar próximo da natureza. Confira:

Como se deu a escolha pela Medicina?

- Quando se tem um médico na família, que no meu caso era meu pai, você acaba tendendo a seguir os passos. Porém, escolhi Medicina e acabei derivando não para clínica médica, que era a área dele, mas pra uma área de apoio à clínica, que é a patologia, na qual você não tem contato com o doente e acaba ficando mais no microscópio. A patologia é a maneira de você fazer o caminho oposto ao da clínica: com um pedaço de tecido, você “cria” a doença. As pessoas acham que só porque a patologia fica nos fundos do hospital, é uma coisa estanque.

A sua paixão pelas plantas começou quando?

- Eu morava em uma casa na avenida Frei Serafim, vizinho da minha avó. Entre essas casas havia um quintal bem grande, com campo de futebol, inclusive. E lá era muito plantado. Havia ateira, pé de seriguela, pitanga, goiaba, sapoti, e vários tipos de árvores. E na época das frutas, andava muito lá pra pegar essas frutas e saboreá-las. Acho que isso veio muito dessa vivência no verde. Minha mãe gostava de pegar sementes e plantá-las no sítio da família. Vendo isto, acabei incorporando. E quando você sai de casa pra morar em apartamento, acaba sentindo falta do espaço, da área verde que se tinha. Quando voltei, tinha na cabeça de ter um lugar pra plantar tudo isso.

Como o senhor pratica esse hobby?

Qualquer canto que eu vou, vejo se tem algo interessante em época de sementes e dou um jeito de colher, seja onde for. Fui a Buenos Aires recentemente, uma cidade que é cheia de parques. Lá existem paineiras vermelhas, rosas, e eu colhi as sementes pra trazer. Em viagens pelo Brasil também faço o mesmo. Tenho plantas que nasceram de sementes que trouxe de Brasília, Rio de Janeiro. Também trouxe sementes de tâmaras de Dubai. Pra mim, isso é uma “higiene mental”.

O senhor tem uma planta preferida?

- É difícil dizer, pois cada planta tem a sua particularidade. O pau-formiga, por exemplo, tem uns cachos de fores cor-de-rosa. O pau-mulato, que é retilíneo, e descasca três vezes por ano...cada árvore tem sua própria beleza. Um pau-d’arco amarelo é lindo, o branco também. A Amazônia existe uma árvore fantástica que tem 40 metros de altura e são necessárias várias pessoas pra abraçá-la. Não consigo escolher uma.

Na sua opinião, é possível que Teresina seja mais arborizada através de políticas públicas neste sentido?

- Pra isso acontecer são necessárias duas coisas: educação e investimento.
Você pode plantar uma grande área que aqui será destruída pela falta de educação. E no clima que nós temos, não adianta plantar sem irrigar, sem falar que em muitos canteiros da cidade é impossível plantar, por causa do concreto, que impede a passagem da água pra raiz. Nesses canteiros era pra ter apenas areia, pra planta respirar. No Jardim Botânico do Rio de Janeiro, por exemplo, as avenidas não têm calçamento nos canteiros, é só areia. Agora, aquilo é tratado. Isso também contribui para os alagamentos. Aqui, quando fazem um loteamento o primeiro passo é desmatar tudo, pra plantar depois árvores que demorarão anos pra crescer e não são mais nativas. O ideal seria preservar uma porcentagem de área nativa.

Quais são seus projetos para o futuro?

 - Meu plano é continuar fazendo o melhor possível em tudo. Investir no laboratório, ampliar a estrutura. Como todo médico é ser humano, é passível a erros. Então procuro errar o mínimo possível e não errar de propósito.

A.N.
20/10/2011

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Comentários

Enviado por José Orlando Alves em 31/12/2011 as 00:47:27
Que bom que ainda temos pessoas preocupadas com a natureza.
Parabéns pelo seu apoio à ela, e pelo seu artigo.
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