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Jorginho Medeiros e o sucesso do Sanatório Geral - Medplan

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Imprensa / Retrato 3x4 de uma pessoa 100x100
19 de Março de 2013 - Entrevista

Jorginho Medeiros e o sucesso do Sanatório Geral

O cerimonialista economista (sim, ele é formado em Economia) Jorginho Medeiros concedeu uma animada entrevista ao Portal Medplan sobre o evento que virou sua marca registrada - o Sanatório Geral.


Dois amigos, a experiência em realização de eventos, vontade de brincar o carnaval. Some isso à carência de opções de diversão nesta época do ano em Teresina e...por que não dizer, um pouco de loucura? O resultado dessa equação se chama “Sanatório Geral” e vem fazendo a alegria dos teresinenses a cada sábado de carnaval há nove anos.

O Bloco carnavalesco comandado pelo cerimonialista Jorginho Medeiros e pelo diretor teatral Arimatan Martins já virou costume no carnaval teresinense e compromisso certo para o sábado de carnaval.

Em sua 9 ª edição, o Sanatório Geral consolidou seu sucesso com um público estimado em mais de 4 mil pessoas, que lotaram a Praça da Liberdade e fizeram o pequeno percurso ao som de marchinhas carnavalescas e do melhor da música popular brasileira.

O Bloco reuniu foliões de todas as idades, com os rostos pintados, mascarados, fantasiados com os mais diferentes temas ou simplesmente vestidos com o manto da alegria. No sanatório é assim: não tem código de vestimenta, abadá ou ingresso. Pra participar basta querer se divertir.

Com 25 anos de experiência na produção executiva de eventos, Jorginho Medeiros , que é formado em Economia e Design de Interiores, concedeu uma animada entrevista ao Portal Medplan sobre o evento que virou sua marca registrada -  o Sanatório Geral.

- Como começou o sanatório geral?


O sanatório geral começou há 9 anos atrás, porque nós sentíamos um vazio no carnaval de Teresina. Quando chegava o carnaval, a cidade esvaziava. Eu sempre gostei muito de carnaval, queria brincar, mas o que é que tinha pra fazer se já no sábado de carnaval ficava aquele vazio? As pessoas viajavam, iam pro interior. Então, em uma conversa com o Arimatan Martins em Parnaíba nesta época de carnaval, surgiu a ideia: vamos montar um bloco de carnaval lá em Teresina, porque quando der pra gente viajar a gente viaja, e quando não der, a gente vai ter o que fazer. No ano seguinte, a gente não viajou e começamos a ligar pros nossos amigos, jornalistas, artistas.

- Por que a escolha desse nome para o bloco?

Coincidentemente estávamos conversando sobre isso e estava tocando a música do Chico Buarque “Vai passar”. Aí pensamos que essa música tem tudo a ver com o Brasil, então colocamos o nome do Bloco de “Sanatório Geral”, pois a música fala em sanatório e mistura com a História do Brasil. Associamos a essa “loucura” do carnaval, que é uma loucura sadia. A gente sempre busca o lúdico no carnaval, a coisa da brincadeira.

- Como vocês decidiram o percurso do bloco?

No ano seguinte à proposta de fazer o bloco começamos a reunir ideias. Escolhemos que o local fosse ali na Praça da Liberdade, porque lá acontecia a dispersão do carnaval de Teresina quando tinha o desfile das escolas de samba. Então ali já existia uma energia carnavalesca, as pessoas ficavam pra se divertir, então outro lugar não poderia ser. Lá tinha também o Ed Bar, que era um apoio, aí pronto. Começamos a articular.
...


No primeiro ano, não tinha trio, não tinha banda e não tinha gente. Eu até achei que o som do meu carro dava, mas não deu. Aí o nosso amigo Marcos Stainer tinha um carro com som e durante dois anos foi o som do carro dele que ajudou a fazer o bloco. E foi assim, no primeiro ano não deu gente, no segundo ano deu um pouco de gente...e a cada ano que passou, sempre foi aumentando a quantidade de pessoas que participaram. E assim, vinham crianças, acompanhadas dos pais. Depois de dois anos com o carro do Marcos, conseguimos o trio elétrico do Armazém Paraíba e desde então todo ano eu faço ofício e todo ano o trio está lá. Eles gentilmente cedem, sem objeções e eu agradeço muito por isso.

- E é mesmo só um dia? Sem exceção?


Sempre no sábado de carnaval. As pessoas sempre pediam prévia, uma repetição e eu disse não. Dá trabalho, tem que pedir coisas, patrocínios e isso não dá certo. Um dia é suficiente, a gente se diverte, vale a pena brincar por esse dia. Resultado: não viajamos mais por conta do Sanatório que temos que fazer todo ano.

- O Sanatório liberta ou escraviza o Jorginho?

Até agora liberta, mas eu tenho medo da escravidão porque existem as cobranças. Uma das grandes preocupações na organização do Sanatório é quanto à manutenção. A ideia é de que o Sanatório não é meu, mas da cidade. Se em algum momento eu não puder organizar, não puder estar lá, mas a cidade já estar mobilizada para embalar, dar sequência. A minha ideia junto com o Arimatan é de que se por acaso nós não pudermos mais, que a sociedade continue. Nesse de 2013 acreditamos que participaram mais de 4.000 pessoas.

- Qual é o estilo musical do sanatório?

Na realidade o trio só toca marchinhas de carnaval e também de escolas de samba. A banda quando toca, também usa esse tipo de repertório. Não toca axé. A gente procura preservar a boa música popular brasileira pro carnaval, como frevo e as marchinhas.

- Como você considera a repercussão que o bloco está gerando? Isso é bom ou pode terminar tirando a graça?

É bom. O que eu gosto é que as pessoas se divertem, querem mais, querem que eu prorrogue o tempo  de bloco e tem o horário, que é das 16h às 22h e acabou.

Com o amigo e também idealizador do Sanatório, Jorginho Medeiros
Com o amigo e também idealizador do Sanatório,
 Arimatan Martins



- O que é o Sanatório Geral pra você?

O Sanatório é alegria. Pra gente, o sanatório representa a alegria, a brincadeira do carnaval. A ideia é fazer com que essa brincadeira de outrora se perpetue através do sanatório, fazendo parte da festa. Não temos abadá, ninguém cobra nada, os apoios são poucos.

- Como você imagina a realização do sanatório geral sem você? O sanatório é o Jorginho?

Não. Sou eu vou que atrás das coisas. Mas o fato da gente, vamos supor, no próximo ano ou daqui a alguns anos eu não estar mais envolvido, a cidade já absorveu a ideia, já está virando um costume, pois estamos chegando no 10º ano de Sanatório. Eu acho que com o tempo, o sábado de carnaval em Teresina vai virar “o dia do Sanatório”.

- O sanatório é uma reunião “cult” ou é popular?

Ele é popular. Ele já foi “cult”, porque era assim: as pessoas que frequentavam eram mais de uma elite cultural da cidade, com atores, atrizes, jornalistas, artistas plásticos e as pessoas ligadas a eles, como marido, esposa, filhos. Mas hoje em dia agrega bem mais do que somente esse público.

- O sanatório é um bloco gay?

Não. Quem quiser ir, vai pra lá, pode ficar à vontade.

- Qual a tribo dominante no Sanatório?


Todas. Claro que tem jornalistas, artistas, mas você vê também famílias inteiras, crianças participando do Sanatório.

- Qual a peculiaridade do sanatório?

É o bloco com menor percurso de bloco. Começa na Igreja São Benedito, sobre a Frei Serafim até o supermercado Hiper Bompreço, faz o retorno, e acaba na Praça da Liberdade.

- O sanatório geral é uma instituição oficial ou marginal?

É marginal (risos). Nós temos receio de que se oficializarmos a experiência do Sanatório Geral ela possa acabar. Em Teresina, as coisas populares que surgem e juntam muitos incentivos, acabaram todas.

- Mas quem patrocina o bloco? Quem o torna realidade na prática?


O sanatório pra acontecer recebe apoios públicos e privados. Eu sozinho não conseguiria nem teria como fazer. Como existe uma verba governamental pra isso, então vamos atrás dessa verba. Mas o governo não banca tudo.

- Qual é bandeira do bloco?


A Bandeira é promover a alegria do carnaval, criamos o sanatório pra suprir uma carência que a cidade tinha. Hoje, as pessoas ficam em Teresina, ou deixam pra viajar só no domingo, pra poder participar do Sanatório. Muitas fugiam da cidade porque não havia nada pra fazer nessa época.

- O sanatório conquistou um público fiel?


Sim. E todo ano está aumentando. Demorou quase 10 anos pra eu conseguir ser convidado pra essa entrevista (risos), então acredito que o Sanatório seja um sucesso sim. Tem pessoas pra quem o carnaval é apenas o Sanatório Geral. Elas vão pro bloco e acabou, ficam o resto do tempo em casa.

A.N.
19/03/2013


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