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Renato Berger: lado a lado com a política e o esporte - Medplan

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Imprensa / Retrato 3x4 de uma pessoa 100x100
11 de Dezembro de 2007 - Entrevista

Renato Berger: lado a lado com a política e o esporte

Político por acaso, botafoguense de coração e atual secretário de Esportes e Lazer de Teresina. Renato Berger conta um pouco da sua trajetória como atleta, político e incentivador da prática esportiva nessa entrevista para o Portal Medplan. Confira!


Política e esporte caminham juntos na vida de Renato Berger, mas nem sempre foi assim. Filho de pai piauiense e mãe carioca, o atual secretário municipal de Esportes e Lazer de Teresina nasceu em São Paulo e chegou ao Piauí em 1970, época em que somava 16 anos de idade.

Naquele tempo, o jovem paulista já era um apaixonado por futebol, mas a veia política ainda não havia se manifestado no rapaz, que vinha de uma família sem histórico em disputas eleitorais. Logo ao chegar em terras piauienses casou-se pela primeira vez. Em Teresina, formou-se bacharel em Direito pela Universidade Federal do Piauí, exerceu a advocacia e depois ingressou no funcionalismo público. E, de repente, o acaso colocou a política em sua vida.

“Nunca pensei em ser político. Acontece que, em 1987, eu era chefe de gabinete do Átila Lira na Secretária de Educação do Estado do Piauí. Ele decidiu concorrer para a Prefeitura de Teresina e eu acabei me candidatando a vereador para ajudar na campanha”, relembra Berger. Átila Lira não conquistou o mandato naquele pleito, mas Renato Berger foi eleito vereador e presidente da Câmara Municipal em 1988. 

Depois disso, foram mais quatro vitórias nas eleições para vereador da capital. A última, recentemente, na campanha de 2004. “Ingressei na Câmara, em janeiro de 2005, e logo no primeiro mês o prefeito Silvio Mendes me chamou para assumir a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Aceitei na hora, gosto desse trabalho e faço com imenso prazer”, conta o secretário.

À época do convite, Berger já possuía amplo histórico na área esportiva de Teresina. Dentre outras coisas, havia sido presidente do River Atlético Clube, em 1985. E, também, presidente fundador da Associação de Garantia ao Atleta Profissional (AGAP).

Aos 54 anos, pai de cinco filhos e no segundo casamento, Renato Berger continua conciliando família, esporte e política.

Portal Medplan – Como o senhor enxerga a prática esportiva em Teresina?

O esporte, de uma maneira geral, costuma estar sempre em segundo plano. Você pode comprovar isso ao ver os orçamentos da União, Estados e Municípios destinados ao esporte. Em Teresina, nós temos uma sorte muito grande, porque o prefeito Silvio Mendes entende que o esporte é uma ferramenta muito importante no combate à violência e ao tóxico. Então ele tem nos incentivado e dado um apoio muito grande.

Portal Medplan – Na sua opinião, quais são as modalidades esportivas que se destacam na capital?

Principalmente as lutas: judô, jiu-jitsu, karatê, capoeira. A capoeira e o judô têm crescido muito e alcançado ótimos resultados. Outro esporte que tem crescido é o badminton (esporte jogado com raquetes e peteca). É um esporte novo, mas que tem tido um crescimento muito grande, graças ao esforço do jovem presidente da Federação de Badminton Piauiense que tem conseguido envolver poder público e iniciativa privada em torno desse esporte. Nós temos tido destaques no badminton e quando isso ocorre, a modalidade cresce com mais facilidade. 

Portal Medplan – O senhor acredita que os piauienses terão algum representante para torcer nas Olimpíadas de Pequim, em 2008?

Nós vamos ter um representante, com certeza. Será a Sarah Menezes, atleta do judô. Ela tem conquistado o espaço dela, tem vencido as etapas pré-olímpicas e é um nome de destaque nacional, mas ainda é uma atleta que precisa de patrocínio.

Nós temos o propósito de, trabalhando junto a rede municipal de educação, em uma parceria com a Semec, preparar jovens atletas para ampliarmos o número de representantes teresinenses nos pan-americanos e olimpíadas futuros. Será um trabalho paralelo à educação física, em um horário pós-aula. Nesse momento, nós estamos montando os locais de preparação. Por exemplo, Teresina não tem uma pista oficial de atletismo, nós estamos trabalhando para montar esse espaço. No ano que vem, o projeto já estará funcionado. Estamos fazendo parcerias com federações esportivas que vão nos auxiliar nessa preparação de jovens atletas.

Portal Medplan – Falando agora de futebol. O time do Barras chegou até última fase da Série C do Campeonato Brasileiro de Futebol, mas acabou não obtendo êxito. O que falta para o futebol piauiense deslanchar?

Primeiramente, é preciso separar futebol amador de futebol profissional. O futebol amador daqui é muito bom, é o esporte mais praticado em Teresina. Os resultados são excelentes e as promessas aparecem constantemente. O que acontece hoje é que têm atletas que preferem estar no futebol amador a estar no futebol profissional. Isso ocorre porque falta uma estrutura adequada. Hoje, o futebol profissional piauiense é, praticamente, um futebol falido. Cada vez que acaba um campeonato, os times são desmontados e sem uma continuidade é difícil alcançar bons resultados. Além disso, os times não têm um trabalho eficiente nas categorias juvenis, junto aos jovens atletas. 

Portal Medplan – O senhor apontaria alguma solução para os problemas do futebol piauiense?

Procurar meios, através da própria iniciativa privada, de manter campeonatos rentáveis. Uma Federação que pense não somente no campeonato local, mas na condição e estrutura dos clubes piauienses. Isso passa muito, também, pela questão dos dirigentes. No Piauí, quando um dirigente investe bem em um clube, os outros não investem, então o campeonato está sempre com pouca competitividade, o que desmotiva o torcedor. Outra coisa importante seria investir no futebol juvenil.

Portal Medplan – O senhor tem um time do coração?

O Botafogo do Rio de Janeiro. Sou tão botafoguense que deixei de fumar por causa do time. Eu nunca tinha assistido a uma decisão do meu time. Em 1989 surgiu essa oportunidade. Junto a dois amigos, também botafoguenses, fui ao Rio de Janeiro assistir a final do Campeonato Carioca daquele ano, era Flamengo x Botafogo. Fiz a promessa de que largaria o cigarro se o Botafogo fosse campeão, meu time venceu e nunca mais fumei desde então.

Portal Medplan – O senhor pratica algum esporte?

Eu prático futebol. Atualmente, jogo na zaga. Comecei jogando de centro-avante. No Rio de Janeiro, joguei no infanto-juvenil do Botafogo e também na Portuguesa do Rio de Janeiro. Futebol é minha paixão.

Portal Medplan – E para assistir? Algum esporte preferido?

Adoro futebol, mas também sou fã de Fórmula 1. Gosto de automobilismo e corrida de carros em geral. Mas o Campeonato de Fórmula 1 já acompanho desde 1986. Cheguei a assistir o (Airton) Senna correndo em grandes prêmios. Não tenho uma equipe de Fórmula 1 favorita, torço para a equipe que tem brasileiro. Atualmente, torço pela Ferrari, por causa do Felipe Massa. Minha equipe é o Brasil.

Portal Medplan – Quais as suas expectativas para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil?

O Brasil é a melhor seleção do mundo. Nós temos tudo para ganhar essa Copa do Mundo. A única coisa que eu sempre critico nos nossos jogadores é a falta de raça. Eles são habilidosos ao extremo, mas falta aquela raça característica dos argentinos.

Quanto à organização, acho que nós temos capacidade de organizar uma boa Copa do Mundo. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que tem à frente o Ricardo Teixeira, desenvolve um grande trabalho. Nós não temos a mesma estrutura que muitos países da Europa, mas nós temos o amor pelo futebol, que é maior do que o de qualquer outro país, isso faz com que nós superemos todas as dificuldades.

Portal Medplan – O senhor já foi várias vezes eleito vereador de Teresina. O que mais lhe agrada na capital piauiense?

A hospitalidade do povo. O povo daqui é bem parceiro. Todo mundo que vem ao Piauí gosta daqui porque os piauienses são um povo muito amigo e solidário.


Raio X
Nome - Renato Pires Berger

Idade - 54 anos

Esporte – Futebol

Time do Coração – Botafogo

Livro – O Príncipe, de Maquiavel

Música – Forró

Personalidade – Silvio Mendes

Passatempo – Leitura


Clarissa Poty
11.12.2007


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