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Imprensa / Retrato 3x4 de uma pessoa 100x100
10 de Março de 2008 - Carreira

José Ricardo: da admiração pela Medicina ao talento para as questões econômicas

Nascido em Itauçu, cidade do interior de Goiás, localizada a 60 km da capital Goiânia, José Ricardo Pinheiro de Abreu nem poderia imaginar que Teresina, um dia, faria parte de seu destino.


Nascido em Itauçu, cidade do interior de Goiás, localizada a 60 km da capital Goiânia, José Ricardo Pinheiro de Abreu nem poderia imaginar que Teresina, um dia, faria parte de seu destino. Ainda pequeno, com apenas 01 ano e meio de idade, mudou-se com toda a família para o Rio de Janeiro e, em seguida, para aquela que começava a se erguer com finalidade de tornar-se a capital federal.

Era década de 60 e um novo cenário desenhava-se na realidade do país. Portanto, desde a sua infância – transcorrida em escolas de ensino público – José Ricardo pôde presenciar o rápido crescimento da projetada Brasília, concebida durante o Governo JK. Uma cidade onde se edificaram construções como o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada e a Esplanada dos Ministérios. Ministérios, que, mal sabia o então adolescente, aluno de colégios de padres e de freiras, vincular-se-iam à sua vida.

Seria até difícil imaginar mesmo, uma vez que o seu sonho, quando na juventude, era ter formação em Medicina. Mas tudo mudou diante da necessidade de ganhar dinheiro para ajudar a família. E José Ricardo adentrou, após aprovação no vestibular, a Universidade do Distrito Federal para cursar Ciências Contábeis.

Assim, iniciou-se uma nova trajetória, trilhada por experiências no Ministério da Educação e em grandes empresas nacionais, além de um MBA Executivo em Finanças, o que lhe rendeu indicações para executar atividades no Piauí, mais precisamente na Cepisa, onde hoje atua como presidente interino.

Em entrevista ao portal Medplan, José Ricardo falou sobre os seus caminhos profissionais, a sua admiração pela Medicina, os seus futuros desafios e as suas impressões sobre o Piauí.

Portal Medplan – Como deu início à sua trajetória profissional?

No início da minha carreira eu trabalhava no departamento de ensino supletivo do MEC – Ministério da Educação e Cultura, onde fiquei uns três ou quatro anos. Depois eu fui para a Eletronorte, uma empresa de geração e transmissão de energia elétrica. Iniciei então na área contábil, em seguida na área de orçamento e, depois, na área de finanças. Antes de vir para o Piauí, exerci ainda a função de superintendente de finanças da Eletronorte.

Vim para o Piauí em 15 de abril de 2005 e estou aqui até a data de hoje. Na verdade, a minha missão, dada pela Eletrobrás, era ficar aqui durante dois anos no Piauí, mas, por decisões da própria Eletrobrás e do Ministério, nós adiamos esse período.

Em primeiro lugar, vim para cá para assumir a diretoria financeira da Cepisa, onde já assumi também questões da parte administrativa, voltei a ser diretor financeiro e atualmente exerço a presidência interina da empresa.


Portal Medplan – Por que escolher Ciências Contábeis? Qual a sua identificação com essa área?

A minha primeira visão era ser médico. Era meu sonho. Tanto que fiz vestibular para Medicina. Mas acho que Deus deu caminho diferente para minha vida profissional, porque gosto também da área financeira, me identifico muito com a parte de números, de cálculos, não a parte exclusivamente de controle, de contabilidade, mas a parte econômica do processo, a macroeconomia. A identificação é tanta que estou há basicamente 33 anos efetivamente com questões financeiras.

Portal Medplan – Mas o que o fez abrir mão da Medicina?

No princípio era coisa de estudante, coisa de jovem. Eu costumava brincar, quando rapaz, de médico, fazendo pequenas cirurgias em preás. Então eu me identificava muito com essa área. Mas, dentro do momento que meus pais viviam, eu também tinha que começar a ganhar a vida, a trabalhar. Então eu tive que deixar muita coisa em função do trabalho que eu tinha que executar para ganhar a vida. E não me arrependo do que fiz, porque o que eu tenho hoje na minha vida eu devo ao que eu sou, à minha formação. No entanto, continuo admirando a Medicina, uma profissão belíssima, e convivo muito bem com isso. Aprendi, com 33 anos na área, a gostar da área financeira, gosto muito do que faço.

Portal Medplan – Quais momentos mais marcantes da sua carreira profissional?

Foram dois momentos grandes que eu passei na minha carreira. Uma delas foi ajudar a implementação do sistema de controle interno da Eletronorte, um sistema corporativo, onde você tem parte orçamentária, financeira, contábil, administrativa. Foi um momento em que colocamos, na minha superintendência, 80 pessoas trabalhando até no carnaval, para montar um sistema que ia entrar logo no começo de março. Para mim, esse foi um momento de luta, gratificante, onde todos participaram, dentro de uma sinergia muito grande.

Um outro momento foi uma luta que nós tivemos, há uns cinco anos, na edição de uma portaria da Receita Federal, aonde nós tínhamos que caracterizar a importação de energia elétrica pelo Brasil. – A Eletronorte importa energia da Venezuela para atender Roraima. Foi um trabalho que desenvolvemos junto com uma equipe de todas as áreas: o Ministério, a Eletrobrás, empresas co-irmãs. E através dele tentamos demonstrar que o imposto de importação estaria caracterizado em cima de compra de energia e não de serviços. Isso demandou uns oito anos de trabalho e resultou no êxito daquilo que nós estávamos defendendo. Foi um trabalho árduo, que envolveu bastante técnicos, o pessoal da Receita Federal, que nos ajudou bastante, o pessoal do Banco Central.

Portal Medplan – E daqui para frente, quais os novos desafios?

Eu acho que todo dia é um novo desafio. A intenção que temos em relação à nossa profissão, ao trabalho que desenvolvemos, é sempre estar querendo fazer o melhor, atender àquilo para que fomos formados e para aquilo que, no momento, estamos indicados.

No caso do setor elétrico, em especial, um conjunto de ações devem ser trabalhadas, não só pelas empresas – distribuidoras, geradoras e transmissoras -, mas também com o apoio do Governo Federal, para que a gente consiga, realmente, colocar a energia com um bem comum a todos, um bem de qualidade, de quantidade. É um desafio que, dentro de um contexto de várias ações, de várias pessoas, de vários agentes, você é uma peça. E eu quero ser essa peça que vai conseguir que o setor elétrico tenha a grandeza que ele merece.

Portal Medplan – Então quais os conselhos o senhor daria para profissionais que estão chegando ao mercado?

Em primeiro lugar, as pessoas devem acreditar nelas mesmas, porque nada vem do céu. É necessário que parta das pessoas a vontade de almejar alguma coisa, a vontade de lutar, de crescer e de vencer em todos os obstáculos. O principal que eu entendo dentro de um processo de grandeza é, primeiro, honestidade; segundo, humildade, porque eu acho que ninguém é mais importante que ninguém. Eu acho que o caminho é você poder trabalhar com você mesmo e com as outras pessoas dentro de um princípio de humildade e respeito. E, principalmente, dentro das profissões que a gente gostaria de exercer e que está exercendo, ter um princípio de que aquilo é importante para você, não somente para onde você está. “Eu trabalho para minha empresa, mas além de trabalhar para minha empresa eu trabalho para mim, para o meu desenvolvimento”. Eu acho que as pessoas que querem crescer têm que entender que trabalham para o crescimento próprio, não para atender somente um contrato de trabalho.

Portal Medplan – O senhor já conhecia o Piauí?

Eu não conhecia o Piauí, não conhecia Teresina. Eu venho de uma região de trabalho, a região Norte, que tem dificuldades muito parecidas com a região Nordeste. E eu sempre digo que nós temos dois “brasis”. Um, no Norte-Nordeste e outro, nas demais regiões. No Norte-Nordeste, são regiões ainda carentes, que necessitam de muito investimento. Mas o Piauí, especialmente Teresina, me encantou. Uma cidade que tem uma estrutura que atende a maioria da população. É um planalto que parece muito com Brasília. Tem calor, não só de pessoa, mas uma temperatura muito quente. Apesar de gostar muito de frio, é um calor que a gente vai acostumando.

Portal Medplan – Quais as sua impressões com relação ao Estado?

Eu vejo o Piauí como um Estado muito promissor, com grande potencial de melhoria na sua economia. Nós temos algumas hidrelétricas que podem ser executadas, nós temos questões de gás, prospecção de petróleo e tantas outras potencialidades, que fazem do Piauí um merecedor do patamar de uma economia forte. O turismo também tem um potencial muito grande. Por isso nós temos um grande trabalho a ser feito aqui no Estado. O futuro do Piauí não está só em algumas empresas, mas num todo: empresas, governo, deputados, vereadores, prefeitos. O importante é focar o Estado, focar a sociedade, focar a população, para que tenha esses benefícios todos de que o Estado necessita e tem potencial.

Portal Medplan – Na sua opinião, de que forma os piauienses podem se unir em prol das potencialidades do Estado?

O apoio da população, independente do Estado que esteja, é através das comunidades, dos seus líderes comunitários, reivindicando realmente aquilo que é importante para que haja um desenvolvimento, não só industrial, tecnológico, empresarial ou de investimentos pesados, mas dentro daquilo que é necessário para a sociedade: educação, saúde, segurança. Mas existe uma maturidade para isso ser atendido. Porque existem questões orçamentárias, questões financeiras, questões de recursos, e tudo isso depende de um conjunto de ações. Agora, os objetivos dos governos, dos políticos e de todas as classes que dominam os processos deve estar direcionados às necessidades reais, principalmente do povo piauiense, que é um povo sofrido, que têm carências muito grandes em todas as partes.

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Jogo rápido
Um hobby: violão
Para ler: gosto muito de livros técnicos, ligados a parte financeira e orçamentária
Para ouvir: Roberto Carlos
Para ver: filmes épicos
O preferido: Ben-Hur
Um lugar: Brasília
Um pensamento: Não faça aos outros aquilo que você não quer que faça com você
Uma referência: Meu pai e minha mãe


Dayanne Holanda
10.03.2008


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